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Matéria publicada no Jornal do Commercio






Por José Teles
Coitada da música carnavalesca
Publicado em 03.11.2010

Participei, com Alex Mono, Carlos Fernando, maestro Zé Gomes e Renato Phaelante, da comissão julgadora, do concurso de Música Carnavalesca, promovido pela Fundação de Cultura, da PCR. Durante três dias, ouvimos quase trezentas composições.
Todos os membros da comissão concordaram que é necessário atrair novos compositores, gente que vem fazendo música contemporânea, para o concurso, não apenas para oxigenar o repertório carnavalesco como também para tentar dar um upgrade na qualidade. O que se ouviu nesta trinca de dias foi muita composição de baixa qualidade, obviedades e clichês sem ter fim. O pessoal precisa ter em mente que um maracatu-canção não tem que ter sempre “Zumbi” e “Luanda” na letra, nem caboclinho índio e termos em língua indígena. Os frevos de rua tiveram um nível razoável. Os frevos de bloco, embora não tenham primado pela inspiração, foram imensamente superior aos frevos-canção. Estes, sim, um desastre. Poucos passaram pelo crivo da comissão. Não passariam pelo crivo de qualquer comissão.
Outro problema, e este para se resolver mais adiante, é como divulgar as músicas vencedoras, que vão estar no CD, que a fundação lança todo ano e ninguém ouve. Com raríssimas exceções, as emissoras locais continuam tocando discos lançados pela Rosenblit há 60 anos.

Esta reportagem foi enviada ao e-mail dos Guerreiros do Passo por Humberto Maia.

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