News - Praça do Hipódromo volta a receber as aulas do Projeto Frevo na Praça. / Camisas com a marca do grupo estão à venda por R$30 reais. / Site dos Guerreiros ultrapassa 285 mil visitas. / VOCÊ GOSTOU DO SITE? JÁ PARTICIPOU DE ALGUMA ATIVIDADE NOSSA? TEM ALGUMA SUGESTÃO? COMENTE, MANDE SUA MENSAGEM POR E-MAIL OU PELAS REDES SOCIAIS. DÊ SUA OPINIÃO E NOS AJUDE A APRIMORAR NOSSAS AÇÕES COM O FREVO. CERTAMENTE ISSO NOS AJUDARÁ BASTANTE A ENRIQUECER TODO O TRABALHO. OBRIGADO!

Professores

Lucélia Albuquerque
Em 1996, Lucélia iniciou-se na arte da capoeira. Nessa época, já tinha visto reportagens sobre a Escola de Frevo comandada pelo Nascimento do Passo, e em 1998, passa a frequentá-la.
Na Escola de Frevo teve lições com Gil, Eduardo e Ramos. Em 2001, toma conhecimento por parte de alguns professores sobre a ideia de criação da Troça O Indecente, tendo exercido papel importante na motivação da equipe fundadora da agremiação. Decepcionada com os rumos que a Escola de Frevo teve logo depois do afastamento do Mestre Nascimento, associa-se à ideia de criação dos Guerreiros do Passo, onde passa a ser passista, professora, e em seguida, integrando a equipe de direção do grupo.

Lucélia Albuquerque, além da atuação nos Guerreiros, é professora de arte da Rede Municipal de ensino do Recife. É licenciada em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Pernambuco e especializada em Cultura Pernambucana pela Faculdade de Filosofia do Recife - FAFIRE.

VALDEMIRO NETO
Durante uma apresentação da Escola Municipal de Frevo no centro do Recife, da qual seu filho fazia parte, Miro, assim como que ele é mais conhecido, foi motivado por familiares a inscrever-se na mesma, o que coincidiu com uma recomendação médica que solicitava a prática de exercícios físicos.

Em 1998, começa a fazer aulas na Escola com o Mestre Nascimento e, neste mesmo ano, passa a dar aulas no lugar, estendendo esta função até o ano de 2001, quando teve que se ausentar devido a mudança de gestão da Prefeitura. No final de 2001, começou a trabalhar na Vigilância Ambiental do Recife, sem se desvincular, claro, da dança popular. Nas folgas, estava sempre “frevando” e se encontrando meio que religiosamente com a turma que poucos anos depois fundariam os Guerreiros do Passo: Gil Silva, Eduardo e Lucélia.

Participou também da fundação da Troça O Indecente e integrou a comissão que organizou seu primeiro desfile em 2003. Participou ainda do PMAC – Projeto Meio Ambiente e Cidadania, no bairro de Aguazinha, Olinda, divulgando o frevo na companhia de outros profissionais como Gil Silva, Mariângela, Cidy Cavalcanti, entre outros. A partir de 2005, dá início a trajetória com os Guerreiros do Passo, exercendo a função de dançarino e professor das oficinas. Miro já participou de concursos de passo e chegou a ganhar alguns títulos em eventos organizados pela Prefeitura do Recife.

Valdemiro é profissional da Secretaria de Saúde do Recife, e nos Guerreiros, além de professor, faz parte ainda do grupo de apresentações e da direção da instituição.

RICARDO NAPOLEÃO
O professor Ricardo Napoleão, além de um autêntico folião do nosso carnaval, é uma das figuras mais estimadas entre os Guerreiros. Desde o inicio de 2006, participa ativamente do projeto desenvolvido pelo grupo na Praça do Hipódromo, tendo sua trajetória profissional na dança pernambucana iniciado ao ingressar na Escola Municipal de Frevo, em 2004.
Ricardo revela que foi na própria Escola onde ficou sabendo dos Guerreiros, e logo depois passou a fazer parte das aulas no bairro do Hipódromo. Dali em diante dedicou-se nas atividades, aprimorou seus movimentos, e de acordo com sua grande capacidade, recebeu o convite para integrar o quadro de apresentações do grupo. O que ajudou a ratificar ainda mais sua presença na instituição.
Incluído entre os melhores passistas da atualidade, Ricardo já tomou parte de alguns concursos de passistas, sendo agraciado com boas colocações.

Pode-se dizer que este dançarino é um destemido por excelência, e seus relevantes serviços prestados aos Guerreiros, já o credenciava para assumir a função de instrutor no Projeto. Em 2011, foi integrado oficialmente a equipe de professores do grupo.

Ricardo é funcionário público com graduação em Educação Física.

LAÉRCIO OLÍMPIO
O professor Laércio Olímpio foi formado dentro das atividades dos Guerreiros do Passo no bairro do Hipódromo, e logo depois de integrar o grupo, foi convocado para fazer parte das apresentações do espetáculo O Frevo, de onde não saiu mais. 
Podemos dizer que ele é um profissional inquieto e estudioso na busca pelo aprimoramento técnico de sua função, estando sempre e sequioso por mais informações. 

Laércio atravessou todos os estágios de preparação no grupo, e chegou em pouco tempo no amadurecimento necessário para comandar de forma oficial as aulas do Projeto Frevo na Praça.
Juntamente com os demais instrutores, ele realiza o rodízio na condução das aulas no projeto, assim também em demais ações que porventura o grupo esteja realizando.

Eletricista de formação e folião de coração, Laércio tem uma energia especial com relação ao frevo, pois, desde bem jovem recebeu dos seus familiares, as influências e o sentimento de amor pelas riquezas do carnaval pernambucano. O carinho e a admiração demonstrados por ele em relação ao ritmo genuíno do estado e os valores culturais do nosso povo, são características de quem respeita e venera as terras dos altos coqueiros, principalmente o seu tradicional carnaval de rua. Um autêntico pernambucano que tem pós-graduação em fazer a alegria dos amigos e colegas de trabalho.

Laércio é professor de frevo, passista e dançarino do espetáculo O Frevo do grupo Guerreiros do Passo.

EDUARDO ARAÚJO
Eduardo inicia contato com a dança pernambucana ao ingressar na Escola Municipal de Frevo do Recife em dezembro de 1997. Na época, a instituição tinha o comando pedagógico do Mestre Nascimento do Passo.
Pouco tempo depois de entrar no lugar e de ter adquirido conhecimentos com o Mestre e seus discípulos, dá inicio junto aos professores, a uma ação que propunha realizar melhorias no lugar. Era o projeto Pró-Frevo. A ação não vingou, mas não houve desânimo. Depois de alguns anos, surgiu a oportunidade de colaborar com a escola, sendo convidado para ministrar aulas no turno da noite, onde renovou o contrato por mais de uma vez. No ano de 2003, cria com seus amigos uma troça para desfilar no bairro onde reside.

Logo em seguida, assiste a saída de Nascimento do Passo da Escola de Frevo, devido a um processo judicial, passando a presenciar discípulos do Mestre se distanciando do lugar que até então era a fortaleza de preservação da metodologia que formou alguns dos melhores passistas da atualidade. Em seguida, Eduardo aprofunda os estudos sobre o frevo e participa de diversos cursos e palestras sobre o tema. Em 2005, preocupado em manter vivo o trabalho do Mestre Nascimento, cria com alguns dos seus seguidores os Guerreiros do Passo. Atividades culturais com aulas de dança são iniciadas em alguns bairros de Olinda e Recife, e em pouco tempo, é formado um grupo de apresentações, tendo como fruto uma aula espetáculo que conta a origem do ritmo. Em setembro de 2010, publica o primeiro número do jornal carnavalesco O PASSO. Em 2011, concebe os primeiros encontros do Laboratório do Passo, iniciativa que traz à tona movimentos esquecidos na dança do frevo.

Eduardo é formado em Rádio e TV (comunicação) e coordena atualmente todas as atividades dos Guerreiros do Passo. Preside também a Troça Carnavalesca Mista O Indecente.